Fobia de estar so ja contradiz fobia de estar junto. Segundo o vocalista, Marcos Hunger, a Autofobia nasceu da ideia de concordar exatamente com o que diz suas letras, 'o medo de estar so'.
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Toda banda tem uma historia: onde e quando comecou, os melhores shows, as plateias mais contagiantes, a primeira, segunda, terceira e ultima formacao os discos de ouro, platina, papelao, papel tanto faz. O importante e ter algo para contar, nao so num release, numa contracapa de cd ou na midia, mas nas letras e na musica em si. A Autofobia nao e diferente. So que o show so esta para comecar.
Desde 2002, Marcos o vocalista - arriscava suas composicoes acreditando sempre num som com a sua cara algo que ele idealizava ouvindo os mais diversos estilos, desde Staind, Pearl Jam, Our Lady Peace ate Godsmack, Flaw, Slipknot e por ai vai. No seu violo e com as primeiras letras no papel tudo comecou a acontecer. Com minhas primeiras composicoes comecei a procurar um pessoal para montar a banda. Precisava de pessoas que entendessem qual era a minha proposta, se identificassem e principalmente, quisessem levar a serio. Como eu nao conhecia muitos musicos, acabei me cadastrando no site CifraClub do Terra em uma secao exatamente com esta finalidade, forme sua banda. Ali expliquei minha intencao, o tipo de som, influencias, etc.
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A banda, com composicoes proprias, um som melodico ao mesmo tempo com o peso das baquetas hoje interpretadas por Felipe Racca esta cada vez mais entre as MP3 de amigos, familiares e ate curiosos, despertados pelo diferencial da mistura Pop com New Metal.
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Alexandre Mosca um dos guitarristas entra na historia quando pelo mesmo site, o CifraClub, encontra Marcos. A partir dali comeca a amizade e o ideal pela banda. Nos encontramos e mostrei minhas musicas para ele. Ele gostou bastante e indicou uns amigos que tocavam com ele na epoca. A banda foi entao quase formada, faltando ainda um baixista. Fizemos uns tres ensaios em estudio mas depois de uns tres meses tive que me mudar para Sao Paulo, Capital. A quase banda entao encerrou as atividades, conta o vocalista.
Mesmo com sua mudanca para outra cidade, o vocalista no desistiu e continuou se empenhando de alguma forma para que a banda nao caisse na ilusao. Chegou a mostrar as letras das musicas para um guitarrista, amigo que trabalhava com ele numa loja de cds que por sinal gostou bastante. Comecaram a fazer alguns arranjos, testaram alguns baixistas, mas nada deu certo.
Um ano depois de sua ida, Marcos volta a Santos, cidade natal da Autofobia. E logo depois de um tempo entrou em contato com Alexandre para reorganizarem as ideias e estruturar a banda de uma vez. Depois de algumas tentativas encontramos o Leandro, que ja havia tocado em outra banda com o Alexandre. Ele se identificou logo com o som e conseguiu visualizar o tipo de som que queriamos fazer apesar de tudo estar so em voz e violao, o que deixava tudo pop demais.
Depois de Alexandre e Leandro surgiu a primeira baixista - a Paula e, o baterista Guilherme Crespo. Todos ensaiando entao, comecavamos a enxergar finalmente a banda completa, fechadinha. Algumas dificuldades existiam de inicio, mas com o tempo todos foram se superando e o som ficando cada vez mais da maneira que imaginavamos que deveria ser, comenta Marcos.
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A nossa ideia e ter um som pesado e popular, com letras romanticas e um vocal melodico. Pretendemos fechar contrato com uma gravadora e sair em turne, divulgando o som da Autofobia. Quero por em pratica aqui o que sempre sonhei: viver de musica, afirma o guitarrista Leandro DiBranco.
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Todos em estudio. Chegou a hora de pensar no nome oficial do grupo. E entre alguns brainstorms, surgiu o que, segundo Houaiss e temor patologico da solidao. E era bem por ai que as letras se auto denominam.
Minha ideia inicial era que a banda se chamasse Tormenta. Mas o pessoal nao curtiu muito a ideia principalmente o Alexandre, que achava metal demais (risos). Outros nomes foram sugeridos, como Atomo Zero, Tsunami (ideia pessima, nao sei quem a teve). Ate que o Alexandre sugeriu Phobia. Mas ja existia uma banda com este nome. Porem, a ideia ficou na cabeca e resolvi procurar na internet um glossario sobre fobias, para descobrir se havia alguma legal. Pensei entao em ver como seria o nome dado ao medo da solidao. E encontrei Autofobia. Por sorte uma das fobias com o nome mais simples, facil e sonoro. Perfeito!.
Depois de algum tempo apos a primeira formacao, Paula - que ainda participou do primeiro festival que a banda se apresentou, em setembro de 2005, acabou saindo e dando lugar a Vinicius 13, o atual baixista.
Com essa formacao Marcos, Alexandre, Leandro, Vinicius e Guilherme - a banda se apresentou em mais um Festival de Rock de Santos, em novembro de 2005.
Em dezembro do mesmo ano 2005, a Autofobia entra em estudio pela primeira vez para gravar a musica pela qual e conhecida oficialmente, a Comecar de Novo. Um mes depois, Guilherme (o primeiro baterista) deixa a formao e Felipe Racca ja amigo de Marcos ha alguns anos passa a ser o novo dono da bateria autofobica.
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Ah... eu quero sair daqui ja esta na cabea de todos aqueles que escutaram uma vez e aderiram ao som. O refrao categorico de Comecar de Novo ja foi apresentado em festivais regionais e e a mascote trabalhada anos a fio pela banda. Nao e so para imaginar, nao. Escute: www.purevolume.com/autofobia.
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A Autofobia segue com os mesmos conceitos do principio, buscando a qualidade, originalidade e sintonia das letras com o cotidiano das pessoas, com reflexoes, historias de amor com final feliz ou nao.
A marca registrada da banda segundo os integrantes e a harmonia e disciplina que possuem com os compromissos da Autofobia, desde horario de ensaios ate criticas e criacoes com as musicas. Entre os pontos positivos da banda, o maior e a nossa vontade em fazer um som com a nossa cara e sair por ai para mostrar esse som para todo mundo. Infelizmente nao temos tempo integral para dedicarmos a musica, isso se faz um ponto negativo, isso limita o nosso tempo de ensaio. Acho que sempre se tem algo a melhorar, temos que evoluir sempre, diz Alexandre.
Outra grande importancia dada aos integrantes e a banda ter seu som proprio, em todos os sentidos, desde as letras ate os solos, arranjos e demais detalhes. A mistura de som e ter um som original hoje em dia diz muito e sempre acreditar que aquela sua formacao vai ficar ate o fim, pois banda querendo ou nao e um casamento, onde quando um sobe todos vao junto e vice-versa. Acredito ainda que uma boa experiencia, muita vontade de crescer e uma boa formacao de palco vao bem, conclui Vinicius 13, o baixista.
Se for para falar um pouco da historia de cada um, o que eles pensam, o que sonham e tudo o que projetam para a Autofobia ninguem ira ler esse release, pois ficara gigantesco. Entretanto, boa vontade nao falta para expor toda a expectativa, forca de vontade e garra que os integrantes possuem de fazer a banda dar certo. Mas isso nao precisa ser dito aqui, so o tempo, os palcos, as musicas, o cd quem um dia vai sair os amigos que escutam, os curiosos que chegam mais nos ensaios poderao falar.
Se voce quiser saber mais um pouco de tudo o que foi resumido aqui, acesse o site oficial da banda: www.autofobia.com.br.
E se curtiu o som no www.purevolume.com/autofobia e quiser entrar em contato com a Autofobia: assessoria@autofobia.com.br.
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Eu acredito que hoje em dia nao da pra ficar rotulando estilos. Nos tocamos Rock, isso e obvio e eu acho que tudo que se considera Rock entra no estilo da banda. Acho que a influencia de cada um conta bastante, finaliza o baterista Felipe Racca.
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