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saúde Sexual E Reprodutiva

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Prêmio Aplicativo Saúde Adolescente, iniciativa da Secretaria Estadual da Saúde do Estado de São Paulo em parceria com a Organização Pan Americana da Saúde (OPAS) e que conta com a execução do CIEDS, está com inscrições abertas até final de agosto. A Pesquisa Sex Shop e Saúde Preventiva no Brasil, nesta primeira fase será realizada através xtrasize brasil de um rápido questionário com 28 perguntas que versam sobre tema prevenção de DST/HIV/Aids, além de realizar um levantamento sobre outras questões ligadas a práticas sexuais e produtos adquiridos no ambiente comercial. Essas ações são importantes para que as mulheres possam ser acolhidas no SUS de forma a poderem expressar as suas necessidades e receber orientações sobre cuidados com a saúde.

Como foi observado na leitura dos jornais pesquisados, 39% de todas as matérias sobre saúde sexual do jornal Globo e 26,3% das do jornal Dia enfocaram a prevenção como principal forma de impedir a propagação das DSTs/AIDS. Espaço cedido pelo jornal serviu para a divulgação das campanhas lançadas pelo Ministério da Saúde para 2004 e alertou que uma gravidez indesejada pode ser menos pior que acontece a quem não usa preservativos.

Ao agir assim, a mídia torna-se capaz de ajudar os especialistas de saúde através do poder da comunicação nas tarefas de orientação, prevenção, planejamento e tratamento. Critério de inclusão no estudo foi tratar-se de matéria sobre saúde sexual, sendo selecionadas todas as que abordavam tema. Na análise das editorias, Ciência e Saúde apresentou 14 matérias, e Ciência e Vida, eleven matérias sobre saúde sexual. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ocorrem no Brasil cerca de 12 milhões de casos de DSTs ao ano.

Para analisar acesso à saúde da população LGBT no SUS, está em andamento uma pesquisa financiada pelo Ministério da Saúde e coordenada pelo Universidade de Brasília (UnB) e conta ainda com a parceria de mais seis universidades e da Fiocruz Pernambuco. Objetivo é sensibilizar os trabalhadores, gestores e profissionais de saúde que atuam no SUS para oferecer um acolhimento e atendimento com escuta qualificada e humanizada às mulheres lésbicas e bissexuais. Instituída pela Portaria nº 2.836/2011, esta política considera a orientação sexual e a identidade de gênero como determinantes sociais da saúde e visa à eliminação das iniquidades e desigualdades em saúde dessa população.

Na adolescência, as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e a gravidez são fatos constatados e que reforçam a hipótese de que a desinformação, a repressão, silêncio, medo e outros sentimentos negativos parecem limitar as escolhas dos jovens ante a vida sexual e reprodutiva, criando situações de difícil atuação para pais e profissionais que com eles lidam.
 

Posted Sep 24, 2015 at 10:31am

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